sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Mercedes Benzido a Bourbon

JANIS E A TARTARUGA (TEATRO)
Sala Grande | 7 de janeiro | Sábado | 21h30

FESTA NA TABACARIA (DJ n.padi)
Tabacaria | 7 de janeiro | Sábado | a partir das 23h

O espírito de Janis Joplin vai descer sobre Carla Galvão, num espetáculo inspirado na vida da diva maldita, com direção de Luísa Pinto e cenografia de Cátia Barros, a mesma equipa de Amor Solúvel. Continuando o trabalho sobre os mitos femininos da cultura pop, Luísa Pinto desafiou os gémeos Pedro Pinto e Filipe Pinto (sem parentesco com a encenadora) a contar uma história cuja semelhança com a realidade às vezes é coincidência, outras vezes não. Em palco está não tanto a Janis Joplin original, mas a lembrança da artista em cada um dos fãs. E a tartaruga? Só vendo.

Depois da peça, há festa com rock dos anos sessenta na Tabacaria, com o DJ n.padi a tirar o pó da agulha e dos discos e pôr tudo em pratos limpos.

Preço dos bilhetes: € 10 (normal), € 5 (estudante/M65) e € 4 (grupos 10+ pessoas)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

"REI DUAS VEZES": ÚLTIMA SEMANA – sessões abertas a todos

Devido à grande afluência de público nas sessões de sexta-feira e sábado à noite, decidimos abrir as sessões dos restantes dias a todos os interessados. Estas sessões são normalmente destinadas a escolas, mas sobram sempre alguns lugares, que abrimos, nesta semana de férias, a todos. O espetáculo fica em cartaz até 23 de Dezembro. Solicitamos aos espectadores interessados que reservem e levantem os bilhetes com antecedência.
(Fotografia de Carlos Gomes)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Oficina Livre de Filosofia

QUERO PENSAR - OFICINA LIVRE DE FILOSOFIA (Formação)
Tabacaria | 27 a 29 de dezembro | terça a quinta | Inscrição: 15 euros

"Que nenhum jovem adie o estudo da filosofia", disse Epicuro. Provocar ou intensificar o gosto pela filosofia é o objetivo desta oficina desenvolvida pela Alma Azul, orientada por Maria José Pessoa e que se destina a jovens entre os 15 e os 18 anos.

«Estar atento ao real e ao nosso lugar nele, refletir sobre quem somos e o que fazemos, traçar projetos de vida, ponderar e escolher são atos que nos constroem. Propomos a dedicação de espaços e tempos destinados a refletir sobre estas questões, partindo de exemplos do quotidiano e da história, debatendo os temas, dialogando, fundamentando as diversas posições.» - Maria José Pessoa

Inscrições até 23 de dezembro, para o telefone 914018506 ou o email mjpessoats@gmail.com

Ateliers de Expressão Dramática

TEATRO EM TEMPO DE FÉRIAS (Formação)
Sala de Ensaios | 26 a 30 de dezembro | Segunda a Sexta | Inscrição: 30 euros

Inventar personagens, criar ficções, e explorar diferentes maneiras de as mostrar e contar é o que se fará em mais uma semana de workshops n’ O Teatrão.

Como é habitual em tempo de férias O Teatrão desenvolve Ateliers de Expressão Dramática para crianças e jovens dos seis aos dezoito anos. Nestes ateliers os participantes entram em contacto com o jogo dramático, construído a partir da exploração dos indutores da ação dramática: objeto, imagem, som, espaço e texto.

Horário
6-9 anos: 10h00 às 11h30
10-13 anos: 11h30 às 13h00
14-18 anos: 14h30 às 16h00

Inscrições até 22 de dezembro

Condomínio Aberto

CONDOMÍNIO ABERTO VALE DAS FLORES (Comunidade)
OMT | 10 de dezembro | Sábado | 14h | Entrada Livre, mediante inscrição

Nesta edição do Condomínio Aberto convidamos os vizinhos da OMT, desde os moradores particulares às várias instituições da zona, para uma mini-maratona videográfica cujo tema se relaciona com o espetáculo que temos em cena, REI DUAS VEZES. «Modos de ser português no século XXI» é o mote para a realização de vídeos de curta duração. À noite os participantes assistirão ao espetáculo REI DUAS VEZES.

Programa
14h00 – APRESENTAÇÃO
14h30 – GRAVAÇÃO DO VÍDEO EM GRUPO
17h30 – APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS REALIZADOS
21h30 – ESPETÁCULO REI DUAS VEZES

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Mais para cima

© Paulo Abrantes

Em Dezembro estamos em Tondela. É a oportunidade do público da Beira Alta viajar pelo repertório musical norte-americano, de espetáculos como Chicago e Cabaret e de compositores como os irmãos Gershwin e Cole Porter.

SINGLE SINGERS BAR (MÚSICA/TEATRO)
Encenação de Dagoberto Feliz
Bar Novo Ciclo ACERT| 30 de novembro | 23h30

Espetáculo integrado no FINTA 2011

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Foxes in Fiction + Happy Trendy

FOXES IN FICTION + HAPPY TRENDY (Música)
Tabacaria | 1 de dezembro| Quinta | 21h30
Bilhetes: € 8 (geral) | € 7 (sócios Lugar Comum)

Eletrónica e pop lo-fi, feita em casa, mas que corre mundo (pode-se ouvir em http://foxesinfiction.bandcamp.com), os Foxes são considerados pela imprensa especializada os legítimos sucessores dos Atlas Sound. Panda Bear, Bénoit Pioulard e Brian Eno são outras influências reconhecidas.

Com formação de pianista clássico, Dylan Khotin-Foote tem a mão a fugir-lhe para o Casio. Apesar de começar por compor nas teclas do piano, é graças à parafernália eletrónica que a sua fantasia musical se concretiza (confiram-se essas paisagens melódicas em http://happytrendy.bandcamp.com).

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

GREVE GERAL – COMUNICADO

No dia 24 de novembro o espetáculo REI DUAS VEZES estreará como previsto. A maioria das pessoas que trabalha n’ O TEATRÃO optou por não fazer greve. A OMT abrirá as portas como normalmente.

REI DUAS VEZES trata precisamente das diferentes razões para sair ou não sair para a rua, em manifestação a favor de ou contra o estado das coisas. A partir de uma situação absurda, as personagens desta peça são forçadas a tomar posições públicas. A peça foi pensada para problematizar – de uma forma artística – o impasse que se vive em Portugal acerca da participação política, e as dúvidas de todos acerca da bondade do processo eleitoral, do parlamentarismo, da imprensa, da justiça, das manifestações, dos partidos e dos sindicatos.

A quota-parte de soberania individual transferida para o Estado e para a União Europeia, e que esperávamos ver devolvida em direitos de cidadania, tem sido desbaratada e posta a serviço de interesses alheios pelos governantes e pelos cidadãos.

Ou talvez não. A peça REI DUAS VEZES trata desse desbaratar e do seu contrário. Um grupo de adolescentes, enfadado com a comida da feira medieval, resolve comprar fast-food e ir comer para um lugar fresco, no caso a igreja onde está o túmulo do primeiro rei português. O rei acorda com o barulho e o cheiro da comida. Confrontados com o regresso de tal personagem histórico, o sacristão que encarna o rei na feira medieval e uma repórter que assegura o exclusivo da reportagem vão tentar tirar partido da situação. Os jovens também. REI DUAS VEZES é uma farsa em que umas personagens querem manifestar-se publicamente e outras não, umas em benefício pessoal, outras em benefício de todos.

A coincidência do dia da greve geral com a data de estreia permitirá pôr em contraste a realidade e a fábula. A nossa esperança é que as pessoas que fazem greve, ou que estão solidárias com a greve, aproveitem a estreia de um espetáculo com estas características e se dirijam à OMT para assistir à peça e, deste modo, continuar o protesto, o debate e a reflexão. As pessoas que estão contra a greve também. O país pode ver-se ao espelho.

O corte de 40% nos apoios do Estado às atividades culturais, muito maior que o corte na educação, na saúde e na administração pública em geral, seria razão mais do que suficiente para protestar diretamente.

O TEATRÃO, na OMT, cumpre as funções de uma companhia de teatro regional, oferecendo espetáculos de teatro originais, produzidos localmente; cumpre as funções de uma sala de espetáculos municipal, oferecendo música, dança e teatro a espectadores de toda a região; e cumpre as funções de um centro educativo artístico local, oferecendo formação diária em teatro e expressão dramática a centenas de pessoas. Estas funções decorrem dos direitos garantidos pela Constituição, um contrato de soberania estabelecido entre todos os cidadãos que depende da boa-fé das partes e se efetiva (ou não) diariamente. O desempenho dessas funções só é possível com o esforço diário dos profissionais d’O TEATRÃO, que excede em muito a compensação contratualizada com o Estado, e que é feito em nome de uma ideia de comunidade, de uma ideia de cidade, de uma ideia de país, de uma ideia de Europa, e da ambição de sermos, público e artistas, cidadãos do mundo, como se identificou Socrátes, o filósofo grego. A arte é aqui apresentada como uma forma de conhecer e agir sobre o mundo, sem a qual estaríamos tão mal quanto sem saúde e sem educação. São funções do Estado, desempenhadas por uns para benefício de todos.

Embora a greve permitisse alertar para o perigo iminente do fim destas funções, o prejuízo de não fazer o espetáculo afetaria o público irreversivelmente, mas não afetaria as autoridades. Embora estejamos de acordo com os fins em nome dos quais a greve é feita, discordamos dos meios. Por isso, não faremos greve. Nada de equívocos: esta estreia não é uma forma de greve, porque nada substitui uma greve. O TEATRÃO não fará greve, nem sequer greve de zelo. Fará uma coisa diferente. Um pé na porta para exigir os direitos de todos.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Lado B

LADO B (música)
Tabacaria | 30 de novembro | quarta | 22h

LADO B é um projeto musical que surgiu como alternativa ao Luís Figueiredo Trio e que pretende explorar outras possibilidades tímbricas, nomeadamente o rhodes e o trompete. As composições são maioritariamente originais do pianista, às quais se juntam alguns temas de outros autores, arranjados para esta formação. Neste concerto, o pianista conimbricense faz-se acompanhar por João Moreira e Alexandre Frazão, duas figuras incontornáveis do jazz em Portugal, e ainda António Quintino, um talento da nova geração de músicos portugueses.

Luís Figueiredo: rhodes
João Moreira: trompete
António Quintino: contrabaixo
Alexandre Frazão: bateria

Entrada: € 5 (preço único)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Uma sesta de novecentos anos…

REI DUAS VEZES (Teatro)
de Jorge Louraço Figueira | Direção de Isabel Craveiro

Sala Grande | 24 de novembro a 23 de dezembro 2011

Segunda a Quinta | 10h30 e 14h30 | Sexta | 14h30 (por marcação) e 21h30 | Sábado | 21h30

Bilhetes: € 10 (normal), € 5 (estudante/M65) e € 4 (grupo 10+ pessoas). Preços especiais para Famílias (pais e filhos)

O que diria um português do séc. XII se acordasse do sono eterno em pleno 2011, num país feito de milhões de automóveis, computadores e aparelhos televisivos? Fugiria para uma das inúmeras feiras medievais? REI DUAS VEZES conta a história de um grupo de rapazes que entra às escondidas na igreja de Santa Cruz e sem querer desperta o primeiro português de todos, Dom Afonso Henriques. A par dos atores d’O TEATRÃO, o espetáculo conta com a participação de um grupo de alunos finalistas do curso de interpretação do Colégio São Teotónio – contemporâneo de Dom Afonso.


Ficha Artística e Técnica:
Texto: Jorge Louraço Figueira Direção: Isabel Craveiro Assistência de Direção: João Santos (Projeto Pedagógico d'O Teatrão) Desenho de Luz: Jonathan Azevedo Cenografia e Figurinos: Helena Guerreiro Direção Musical: Rodrigo Santos Apoio Coreográfico de Esgrima: Paulo Cruz Adereços e Construção/Montagem Cenário: José Baltazar e elenco, em parceria com CEARTE (Sr. João Campos) Pintura de Cena: Helena Guerreiro, com a colaboração de Carlos Gomes, José Baltazar e Nelson Gomes Fotografia: Carlos Gomes, Cátia Monteiro e Cindy Manta Grafismo: Sofia Frazão Cabeleireiro: Carlos Gago (Ilídio Design) Costureiras: Fernanda Tomás, Isabel Félix Elenco: Inês Mourão, João Castro Gomes, João Santos, Nuno Carvalho, Pedro Lamas (atores d'O Teatrão), Ana Carolina Paulete, Beatriz Batista, Cátia Félix, Daniela Tavares, Dinis Ludgero, Diogo Geraldes, Fernando Alves, Jaime Simões, Óscar Martins, Ricardo Figueiredo, Susana Gaudêncio e Valentina Carvalho (alunos do Colégio São Teotónio) Direção de Produção: Cátia Oliveira Produção Executiva: Inês Mourão, Luís Eiras, Margarida Sousa, Nuno Carvalho Direção Técnica: João Castro Gomes Equipa Técnica: Alexandre Mestre, João Castro Gomes, Jonathan Azevedo e Rui Capitão
Produção: O TEATRÃO 2011

Maiores de 6 anos
Duração: 1 hora

Durante a temporada do espetáculo apresentamos, na Tabacaria, da autoria de Pedro Lino, o filme “Afonso Henriques, o Primeiro Rei”, realizado para o Museu de Alberto Sampaio (Guimarães). O filme participou no Festival Caminhos do Cinema Português 2011.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Leituras Atravessadas

TERROR E MISÉRIA NO PRIMEIRO FRANQUISMO, de Sanchis Sinisterra
Tabacaria | 15 de novembro | terça-feira | 22h

Entrada livre

No próximo dia 15 de novembro, os atores d`O Teatrão juntam-se mais uma vez para ler e discutir, de forma informal, uma obra da dramaturgia universal. Um espaço de tertúlia aberto ao público e aos amantes do Teatro, conhecendo e discutindo textos que darão sempre bons pontos de partida para discutir o mundo.

Terror y miseria em el primer franquismo retrata o período histórico que começa em 1939, com o triunfo do golpe militar encabeçado pelo general Franco, e termina em 1953, ano em que os Estados Unidos e Espanha assinaram um acordo económico que permitiu a instalação de bases militares norte-americanas em território espanhol. Em nove peças curtas, Sinisterra conta a vida quotidian dos que sobreviveram à guerra civil espanhola.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Oficina de Poesia

O que diz quem diz um poema? Uma vez por semana, os atores d' O Teatrão orientam uma sessão de partilha de técnicas de análise e expressão poéticas. Um tempo para explorar a nossa voz com as palavras dos outros.

OFICINA DE POESIA 2011-12
Maiores de 18 anos I Inscrições até 30 de novembro

As sessões irão decorrer na Oficina Municipal do Teatro, com regularidade semanal. A turma abrirá com um número mínimo de 10 inscritos. O preço da joia de inscrição é de € 10 e a mensalidade é de € 20.

Informações e inscrições através dos contactos d'O Teatrão: 239714013, 914617383 ou geral@oteatrao.com.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O respigador musical

ATELIER DE CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS TRADICIONAIS
Ciclo REPICAR GIACOMETTI
12 de novembro | sábado | das 15h às 18h | Maiores de 5 anos | Inscrição: € 10

Seguindo a ideia de repicar Giacometti, ou seja, no trilho do corso que recolheu cantares e falares da vida dos portugueses, Ricardo Lopes lança aos mais novos o desafio de inventarem sons a partir de objetos desperdiçados de todos os dias.

"Antigamente, as crianças criavam os próprios brinquedos, muitos deles “instrumentos musicais”, sobretudo nas zonas rurais, utilizando a matéria-prima que cada estação do ano lhes oferecia. Relembrando essas épocas, nesta oficina usamos a matéria-prima de cada estação e parte dos lixos recicláveis para construir instrumentos musicais. Juntamos copos de iogurte, cascas de nozes, latas de conserva, folhas de árvores, sacos de plástico, canas pequenas, rolos de cartão, galhos de árvores, garrafas, cascas de amendoim, palhinhas de refrigerantes, flores, caixas de sapatos, etc. O planeta agradece e os ouvidos também..." – Ricardo Lopes

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Há sempre qualquer coisa que está para acontecer

REMENDOS E CÔDEAS (Música)
Ciclo REPICAR GIACOMETTI
Tabacaria | 3 de novembro | Quinta | 22h

Voz, viola, baixo, percussão e acordeão são os ingredientes básicos para a confeção deste espetáculo musical, em que se servem alguns dos temas mais amados do cancioneiro contemporâneo português. Remendos, côdeas e algo mais… A música de intervenção de Fausto, Zeca Afonso, José Mário Branco e Sérgio Godinho revisitada por Sofia Gameiro, Hugo Natal da Luz (Diabo a Sete), Alexandre Barros (ex-Quarto Minguante), Paulo Yoshida (GEFAC) e Filipe Balão (GEFAC).


Ciclo REPICAR GIACOMETTI
Até 2012, apesentarmos na OMt uma série de concertos a partir das recolhas e do espírito de andarilho de Giacometti, de modo a irmos preparando um espetáculo final sobre o universo que nos foi legado pelo etnomusicólogo.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Mais a Norte

É fim do mês, mas não é por isso. É às vésperas do Dia de Todos-os-Santos e do Dia de Finados, mas não tem nada a ver. É quase no Halloween, mas isso ainda menos. Vamos em digressão ao CINE-TEATRO CONSTANTINO NERY (Matosinhos) apresentar dois espetáculos porque é a oportunidade do público do Porto, da Maia e de Matosinhos que viu e gostou do CABARÉ DA SANTA ver os dois espetáculos que se seguiram. Já sabe onde estamos.

DOM QUIXOTE (DE COIMBRA) (Teatro)
a partir de Cervantes
Cine-Teatro Constantino Nery (Matosinhos) | 27 de outubro | 11h e 15h | 28 de outubro | 21h30

Num cenário de refugo, entulho e bugigangas, Dom Quixote vai do século XVI ao XXI, e do lugar imaginário de La Mancha aos vários lugares do Mondego: Serra da Estrela, Coimbra, Figueira da Foz. O Cavaleiro da Triste Figura é uma personagem despassarada, com o casaco vestido do avesso e uma meia de cada cor, que não consegue deitar nada fora.


© Paulo Abrantes

SINGLE SINGERS BAR (Música/Teatro)
Encenação de Dagoberto Feliz
Cine-Teatro Constantino Nery (Matosinhos) | 29 de outubro | 21h30

Um cabaré habitado por solitários profissionais que cantam para espantar os males. Os atores d’ O Teatrão jogam com o repertório musical norte-americano, de espetáculos como Chicago e Cabaret e de compositores como os irmãos Gershwin e Cole Porter.


© Paulo Abrantes

domingo, 23 de outubro de 2011

Europa, a velha gaiteira

MANDRÁGORA (MÚSICA)
Ciclo REPICAR GIACOMETTI
Tabacaria | 25 de outubro | Terça | 22h

Entrada: 5 euros

A intensidade da gaita de foles e a suavidade das flautas e da guitarra clássica são a combinação secreta desta banda «folk» vinda no Porto, mas que busca inspiração nas músicas tradicionais europeias, da Escandinávia ao Mediterrâneo.

Vencedores do prémio Carlos Paredes em 2006 (ex-aequo com Bernardo Sassetti), os Mandrágora têm corrido os palcos nacionais e estrangeiros. O segundo disco da banca, Escarpa, de 2008, confirmou as expectativas do público e da crítica. A Mandrágora veio para dar vigor à música tradicional europeia.

Ciclo REPICAR GIACOMETTI

Até 2012, apresentaremos na OMT uma série de concertos a partir das recolhas e do espírito de andarilho de Giacometti, de modo a irmos preparando um espetáculo final sobre o universo que nos foi legado pelo etnomusicólogo.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Valha-nos Fernando António

PESSOA, O GRANDE AUSENTE (TEATRO)
a partir da obra de Fernando Pessoa
Sala grande | 20 de outubro | quinta | 10h30 e 14h30 (por marcação) | 21 de outubro | sexta | 14h30 (por marcação) e 21h30

É noite de Santo António. Duas velhotas chegam ao Cais das Colunas, em Lisboa, trazendo a efígie de um homem desconhecido. Vão realizar um ritual de rememoração muito próprio, onde se reinventam os textos de Pessoa, com novos lugares, situações e personagens.

O Trigo Limpo - Teatro Acert, de Tondela, apresenta uma dramatização de alguns poemas de Fernando Pessoa, pretexto para uma revisitação da obra do poeta – ou, melhor dizendo, dos poetas que o poeta inventou, anjos da guarda, demónios e amigos imaginários que lhe fizeram companhia entre um copo de abafado e uma carta comercial datilografada.

Fotografia de Carlos Fernandes.

Bilhetes: € 10 (normal), € 5 (estudante/M65) e € 4 (grupo 10+ pessoas)
Preços especiais para grupos escolares (sessões diurnas)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O nosso bando

40 11 N 8 24 W (TEATRO)
BANDO À PARTE
Sala Grande | 13 a 15 de outubro | Quinta a Sábado | 21h30

«Bande à part» é uma expressão francesa que deu título a um dos principais filmes do realizador francês Jean-Luc Godard, e que nos inspirou, em 2009, para batizar um projeto de inclusão social e formação artística com miúdos de vários bairros sociais de Coimbra. Que é feito deles? Depois de muito espetáculo, aula e ensaio, chegou a vez de se apresentarem aos públicos da OMT.

Preço único de entrada: € 4

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Só brincamos com coisas sérias

NÃO SE BRINCA COM O AMOR (teatro)
de Alfred de Musset
Encenação de Jorge Silva Melo
Artistas Unidos
Sala Grande | 6 e 7 de outubro | Quinta e Sexta | 21h30

Os Artistas Unidos voltam à OMT com a estreia em Portugal de um dos «mais belos clássicos de sempre», interpretado por um elenco de jovens atores, com quem o encenador Jorge Silva Melo pretendia trabalhar, desde há alguns anos, a «invenção da juventude, essa melancólica inocência que para sempre ficou no romantismo de Musset.»

«Na produção de Rei Édipo no Teatro Nacional tornou-se clara a minha vontade em trabalhar com os atores mais novos que me foram aparecendo nestes anos de 2009/10 em espetáculos como ANA de José Maria Vieira Mendes, O PESO DAS RAZÕES de Nuno Júdice ou esse mesmo REI ÉDIPO. E lembrei-me da invenção da juventude, essa melancólica inocência que para sempre ficou no romantismo de Musset. Ninguém falou tão bem da palpitação do coração, da incerteza dos dias, da tragédia que é ser jovem e não saber o que fazer dos seus anseios. Esta será a estreia em Portugal de um dos mais belos clássicos de sempre, o dorido On ne Badine pas avec l’Amour. Numa produção quase sem cenário, com um elenco muito jovem, pronta para digressão. Como se voltássemos às récitas escolares...» – JORGE SILVA MELO

©Jorge Gonçalves

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Parece que foi ontem

AMOR SOLÚVEL (TEATRO)
de Carlos Te
Encenação de Luísa Pinto
Sala Grande | 1 de outubro | Sábado | 21h30

Um programa de TV fictício, misto de consultório sentimental e discos pedidos, é o ponto de partida para este musical em língua portuguesa, que passa em revista os sonhos e os sons dos anos oitenta.

INSTANTÂNEOS DE AMOR EM MATOSINHOS (Público, 13/03/2010)

Preço dos bilhetes: entre €4 e €10

©DR

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Workshop de teatro de rua

Integrado no Simpósio Internacional ANIMAÇÃO DO ESPAÇO PÚBLICO PELAS ARTES: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE (promovido pelo Centro de Estudos Sociais), o Teatrão realiza, a 30 de setembro, um workshop sobre animação de espaços públicos com recurso a práticas artísticas inovadoras. A oficina envolve companhias de teatro, profissionais, gestores e investigadores e é dedicada ao intercâmbio de práticas de participação do público em ações de animação de espaços públicos das cidades.

Durante o workshop, e tendo como mote o espetáculo COIMBRA 1111, alunos da Escola de Artes de Utrecht, do Curso de Estudos Artísticos da Universidade de Coimbra e do Curso de Teatro da ESEC desenvolverão um trabalho de exploração artística de diferentes espaços da cidade.

O Simpósio Internacional é dedicado a abordagens teóricas e a casos de estudo que analisam o contributo da animação artística de espaços públicos para a sustentabilidade das cidades, dando particular atenção ao papel dos artistas e à importância da participação cidadã.

WORKSHOP DE TEATRO NA RUA
Integrado no Simpósio Internacional ANIMAÇÃO DO ESPAÇO PÚBLICO PELAS ARTES: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE (Centro de Estudos Sociais)
Espaços da cidade de Coimbra | 30 de setembro

terça-feira, 6 de setembro de 2011

FARINHA DO MESMO SACO

CAIXA PRETA (teatro)
de José Eduardo Agualusa e Mia Couto
Trigo Limpo – Teatro ACERT
Sala Grande | 16 e 17 de Setembro | Sexta e Sábado | 21h30

«Mais do que produzido a duas mãos, foi feito a duas almas», escreveu Mia Couto a propósito de Chovem Amores na Rua do Matador. Agualusa e Mia Couto repetiram a experiência de escrever em parceria para a ACERT, desta vez a partir do conto Eles não são como nós (do primeiro autor). Caixa Preta mostra a noite em que Velha Luzinha e a sua neta, Vitória, receberam a visita de um assaltante mascarado de Lobo Mau, enquanto lá fora se continuam a fazer ouvir os sons ensurdecedores da guerra.

O TRIGO LIMPO - TEATRO ACERT é um dos principais grupos portugueses e o projeto que desenvolvem em Tondela um modelo exemplar de dinamização cultural a partir do interior mas com os olhos postos no mundo. Com Caixa Preta continuam a sua conversa com a língua portuguesa de Moçambique e Angola, que agora apresentam ao público de Coimbra.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Bando à Parte - Laboratório Artístico Internacional

Projeto PERFORMING ARTS WORKING TOWARDS INCLUSION AND CITIZENSHIP – A TRANSNATIONAL EXCHANGE (Programa Juventude em Ação)

Oficina Municipal do Teatro e Espaços da Cidade de Coimbra 5-11 SETEMBRO 2011

São cerca de 25 os jovens que vão participar no Laboratório Artístico Internacional, uma iniciativa de residência e intercâmbio cultural a decorrer entre os dias 5 a 11 de setembro, na Oficina Municipal do Teatro e em vários espaços da cidade de Coimbra. Inserido no Projeto Performing Arts Working Towards Inclusion and Citizenship – a Transnational Exchange, apoiado pelo Programa Juventude em Ação, o Laboratório integra uma semana de trabalho de pesquisa artística na área do teatro na cidade de Coimbra entre jovens dos grupos do Bando à Parte, do HET MUZtheater (Zaandam, Holanda) e da Associazione Marchigiana Activitá Teatrali - AMAT (Ancona, Itália), para a construção dos Projetos Artísticos de Sociedade dos alunos do Bando à Parte, reta final do seu projeto.

Neste Laboratório, participam os dez jovens de Coimbra, considerados em situação ou risco de exclusão social, que constituem o BANDO À PARTE (2010-2011). O grupo holandês inclui jovens associados ao Het MUZtheatre, uma organização que produz não só teatro para jovens, mas também intercâmbios artísticos e a dinamização de um grupo de teatro para jovens com baixas oportunidades, problemas de aprendizagem e com diferentes origens culturais. O grupo italiano é constituído por jovens do Programa Scuola di platea da Associação italiana AMAT, cujo objetivo é aproximar os públicos mais jovens das artes performativas.

Durante cinco dias estes jovens trabalharão em vários espaços da cidade, como a OMT, o Largo da Portagem, a Estação Nova e o Mercado Municipal, num programa de atividades que inclui apresentações de pesquisas em torno de um conto de Mia Couto, “O Homem Cadente”, e os cruzamentos possíveis entre as diversas realidades paralelas criadas. As personagens entretanto criadas serão confrontadas com a cidade, aprofundando a tensão entre realidade e ficção que O Teatrão tem vindo a pesquisar.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Vídeo Família

YOUR BROTHER. REMEMBER? (teatro)
de Zachary Oberzan
Sala Grande | 3 de setembro | Sábado | 21h30

Preço único de entrada: € 10

BRUNCH COM ZACHARY OBERZAN (conversa)
Tabacaria | 4 de setembro | Domingo | 12h-14h | Entrada Livre

Quando eram mais novos, Zachary e Gator, o irmão mais velho, faziam paródias dos filmes favoritos, indo de Kickboxer, a obra-prima de Van Damme, ao filme de culto Faces of Death. Agora, vinte anos depois, Zack regressa a casa para reconstituir esses filmes plano a plano, e tentar perceber o que mudou para os dois irmãos. Um tornou-se ator, o outro autodestruiu-se. Podia ter sido de outra maneira?

YOUR BROTHER é uma experiência teatral feita a partir de vídeos caseiros, filmes de Hollywood e fotos antes/depois. Zachary Oberzan trabalhou com o Wooster Group e com Richard Foreman e é fundador do premiado grupo de Nova Iorque Nature Theatre of Oklahoma. No dia a seguir ao espetáculo, o ator fala do seu trabalho na Tabacaria.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Programação OMT SET-DEZ

Quais as verdadeiras coordenadas da OMT? A nova temporada abre com mais um espetáculo nova-iorquino, YOUR BROTHER. REMEMBER?, feito a partir de fragmentos de filmes B, que inicia a digressão aqui, antes da Culturgest e do resto da Europa. Neste último quadrimestre, O Teatrão acolhe ainda produções do ACERT, de Tondela, do Cine-Teatro Constantino Nery, de Matosinhos (em troca, serão apresentados nessas cidades os espetáculos Dom Quixote (de Coimbra) e Single Singers Bar), e a estreia nacional de uma peça de Alfred de Musset, feita pelos Artistas Unidos, COM O AMOR NÃO SE BRINCA.

Mas estes serão também os meses do último espetáculo motivado pelas comemorações dos novecentos anos do Foral de Coimbra, REI DUAS VEZES, e da apresentação final dos participantes no programa BANDO À PARTE, que mostram o resultado do seu trabalho no espetáculo 40º11’N 8º24’ W (as tais coordenadas da OMT). O percurso de COIMBRA 1111 será feito pela última vez e, a exemplo deste espetáculo, organizamos outros dois eventos teatrais em ruas e praças da cidade. Como de costume, há música na Tabacaria, e várias outras atividades paralelas. Já sabe onde estamos.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Classes de Teatro - Inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para as Classes de Teatro n’O Teatrão.
As Classes decorrem na Oficina Municipal do Teatro, com regularidade semanal.
As inscrições poderão ser efectuadas na Oficina Municipal do Teatro ou por e-mail (geral@oteatrao.com) até 23 de Setembro.

O Teatrão
Oficina Municipal do Teatro
Rua Pedro Nunes, Quinta da Nora
3030-199 Coimbra

Telef.: 239 714 031 / Telem.: 914 617 383

www.teatrao.com
geral@oteatrao.com

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Leituras Atravessadas

No próximo dia 23 de agosto, pelas 22h, a Tabacaria da OMT abre as portas para mais uma sessão do ciclo Leituras Atravessadas. Jorge Palinhos é o primeiro de uma série de dramaturgos nacionais que, durante a temporada 2011-12, vão colaborar com O Teatrão e apresenta-nos como mote para a discussão do mundo de hoje a sua peça Antes da Meia-Noite, obra distinguida em 2007 com o Prémio Manuel Deniz Jacinto. Entrada livre.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

El lamento de Blancanieves

El lamento de Blancanieves (teatro)
Sala Grande | 11 e 12 de Agosto | 22:30
co-produção, residência de criação, antestreia

Espetáculo de entrada livre, integrado no Festival CITEMOR

O primeiro capítulo de labOfilm, El lamento de Blancanieves, é uma peça cénica e, ao mesmo tempo, uma experiência de montagem cinematógrafica. Através de um jogo de câmaras, dois corpos-operadores rodam em directo um filme onde a câmara e o movimento traduzem a relação do corpo com o mundo, com a realidade e a ficção, com o vísivel e o não vísivel, com a memória individual e colectiva.

Este primeiro capítulo de labOfilm situa-se entre Branca de Neve do escritor suíço Robert Walser e a adaptação levada ao cinema pelo realizador português João César Monteiro.

Duas personagens deambulam por um cenário que se transforma e acaba por ser uma maqueta de outro cenário maior no qual também está o público. Quem são? Quem somos?

Partindo da Branca de Neve de Walser descobrimos que todos somos vítimas e verdugos, seres humanos capazes de matar, mas também seres frágeis, abandonados. A nossa Branca de Neve é um ser perdido num mundo labiríntico, cuja densidade e instabilidade se traduz numa ausência profunda de certeza. Porque a qualquer de nós, como a esta Branca de Neve que desperta com a memória da guerra, também poderiam ter que nos despertar para dizermos: não percebes que o amor se aproxima de ti por todos os lados?


Concepção, direcção, coreografia e dispositivo labOfilm: Olga Mesa Corpos operadores: Sara Vaz e Olga Mesa Assistente de direcção, vídeo e documentação: Marta Rodríguez Construção sonora: Jonathan Merlín Iluminação: Cristophe Renaud Textos espaciais, legendas e olhar exterior: Francisco Ruiz de Infante Colaboração vestuário: Pierre Boileau Direcção de cena: Ludovic Rivière Produção: Cía.Olga Mesa/Association Hors Champ - Fuera de Campo e Off Limits Co-produção: Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Citemor – Festival de Montemor-o-Velho, FRAC Alsace/Sélestat e Théâtre Pôle Sud de Strasbourg Apoios: ACA — Agence Culturelle d’Alsace, AECID (Agencia Española para la Cooperación Internacional para el Desarrollo), Ayudas a la Creación Contemporánea Matadero Madrid 2009 - Ayuntamiento de Madrid e O Teatrão Agradecimentos: Association Autour de la Terre/Centre des Rives, ESAD de Strasbourg, Ville de Sélestat, Pierre Mercier, Jean Luc Nancy, Julio e Sonia, Enrique Martínez e Gian Franco. Marta Rodríguez


La Cía. Olga Mesa - Association Hors Champ/Fuera de Campo é uma estrutura apoiada por DRAC Alsace - Ministère de la Culture et Communications, Conseil Régional d'Alsace, La Ville de Strasbourg e INAEM – Ministerio de Cultura.

terça-feira, 5 de julho de 2011

The TEAM em Coimbra

Como seria o império visto de Roma?

A companhia norte-americana The TEAM (Theatre of the Emerging American Moment) volta a Portugal depois do sucesso das apresentações de Architecting, na Culturgest, em 2009, para apresentar uma visão única, crítica e compassiva, dos Estados Unidos da América. Desta feita presenteiam o público português com o seu último trabalho, Desvio da Missão (Mission Drift), que faz a sua estreia mundial na Culturgest (inserido na programação do Festival de Almada) e viaja até Coimbra para duas apresentações na Oficina Municipal do Teatro, antes de seguir para Edimburgo e Salzburgo. O centro do império vê-se melhor a partir das extremidades.

Na passagem por Coimbra os The TEAM vão orientar um workshop de quatro dias, destinado a profissionais e estudantes de teatro.

A COMPANHIA

Os The TEAM têm como projeto dissecar e celebrar a experiência de viver na América hoje. Triplos vencedores do prémio Fringe First do Festival de Edimburgo, integraram a lista de espetáculos do ano da Time Out – Nova Iorque em 2007 e do Público em 2009 (pela apresentação na Culturgest de Architecting). Os seus espetáculos foram vistos em alguns dos mais importantes teatros de Nova Iorque e tiveram digressão nacional e internacional.


O ESPETÁCULO

Desvio da Missão é uma espécie de musical contemporâneo, criado no calor do deserto de Las Vegas pela companhia nova-iorquina The TEAM: «uma viagem de pioneiros que atravessa os Estados Unidos de Leste a Oeste, contada com a ajuda de explosões atómicas, lagartos bailarinos e música que funde o brilho espampanante de Las Vegas com as baladas do Oeste e os blues do Sul. A narrativa acompanha um casal holandês imortal através do tempo e do espaço americanos, desde a colónia de Nova Amesterdão em 1624 até à Las Vegas do presente, onde o sonho de uma fronteira eterna e da bonança perpétua se está a desfazer. Sobre tudo isto reina Miss Atomic, uma mítica contadora de histórias, inspirada nos concursos de beleza dos anos 50, que celebrava as bombas testadas no deserto do Nevada. Ela é a criação e destruição, a sedução e devastação do capitalismo americano.»

DESVIO DA MISSÃO (Mission Drift)
Sala Grande da OMT| 22 e 23 de julho | Sexta e Sábado | 21h30
Estreia mundial e apresentações a 14, 15 e 16 de julho na Culturgest, integrado no Festival de Almada

Bilhetes: € 10 (preço único)


O WORKSHOP

Devising Dentro de uma Democracia é um workshop sobre estratégias de criação colaborativa, a partir dos processos da companhia The TEAM, em que os participantes trabalham em conjunto, discutindo como lidar com as fontes, como escrever enquanto companhia, como criar personagens e como fabricar significados, para gerar um trabalho original, dinâmico e aprofundado. Devising Dentro de uma Democracia afigura-se como uma oportunidade única para qualquer estudante ou profissional de teatro interessado em afinar as suas ferramentas pela bitola do que de melhor se faz do outro lado do Atlântico.

DEVISING DENTRO DE UMA DEMOCRACIA (Devising Within a Democracy)
Sala de Ensaios da OMT| 18 a 21 de julho | 11h às 15h

Número de participantes: 20
Inscrição: €100
Prazo de inscrição: 10/07

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Como seria o império visto de Roma?

A companhia norte-americana The TEAM (Theatre of the Emerging American Moment) volta a Portugal, para apresentar uma visão única, crítica e compassiva, dos Estados Unidos da América. Desvio da Missão (Mission Drift) faz a sua estreia mundial em Lisboa e viaja até Coimbra antes de seguir para Edimburgo e Salzburgo. O centro do império vê-se melhor a partir das extremidades.

Na passagem por Coimbra, os The TEAM vão orientar um workshop de quatro dias, destinado a profissionais e estudantes de teatro.

©Nick Vaughan

DESVIO DA MISSÃO (Mission Drift)
Sala Grande da OMT 22 e 23 de julho Sexta e Sábado 21h30

Estreia mundial e apresentações a 14, 15 e 16 de julho na Culturgest, integrado no Festival de Almada


©Nick Vaughan

DEVISING DENTRO DE UMA DEMOCRACIA (Devising Within a Democracy)
Sala de Ensaios da OMT 18 a 21 de julho 11h às 15h

Número de participantes: 20
Inscrição: €100
Prazo de inscrição: 10/07

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Saudades da Americana

É mais uma americana? Não. Erica mudou-se para cá, tendo por arma uma guitarra, e entre os seus discos de cabeceira estão os de Sérgio Godinho e Norberto Lobo. Folk luso-americana? Porque não? Venha matar saudades da América que não conheceu.

Julho é o Mês d’América na OMT. Começa com a atuação de Erica Buettner e segue com o workshop do grupo de teatro The TEAM, que apresentam Mission Drift a 22 e 23 de julho.

ERICA BUETTNER (música)
Tabacaria | 1 de julho | Sexta | 22h

Bilhete: € 5
Entrada gratuita para sócios da Lugar Comum

http://www.myspace.com/ericabuettner
http://prettysongsdontlie.blogspot.com/

terça-feira, 28 de junho de 2011

Rewind

REWIND (Música)
Tabacaria da OMT | 30 de junho | Quinta | 22h
DJ SET | 00H

Do you remember rock ‘n’ roll radio é o mote para esta noite na Tabacaria da OMT: uma viagem no tempo ao cuidado dos Rewind, banda de Pereira do Campo que vai revisitar as sonoridades de algumas das mais míticas bandas de sempre.

Os Rewind são uma banda de covers, Pop / Rock / Alternativa, formada por João Letra (guitarra), Jorge Reis (Bateria/voz), Francisco Caetano (Guitarra Baixo/voz), Juliana Pita (Voz) e Roberto Roxo (guitarra/voz). Começaram este projeto em 2008 com o objetivo de criar uma banda que voltasse atrás no tempo e que ao mesmo tempo os levasse para outra dimensão. Segundo a banda, «só assim se consegue sentir a música, só assim se consegue descobrir a essência de esta arte que não se trata de "querer fazer" mas sim, de "sentir".»
As suas influências situam-se entre os anos 50 e 90. Lembram-nos artistas como António Variações, Táxi, Aerosmith, Led Zeppelin, Pearl Jam, Nirvana, Pink Floyd, The Offspring, Radiohead, The Cranberries, Kiss, Scorpions ou James.

Após o concerto haverá festa com DJ Ska e Dr. Jack.

O preço único de entrada: € 3.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Espetacular e Real: as Artes entre a Espada e Parede

ESPETACULAR E REAL: AS ARTES ENTRE A ESPADA E A PAREDE (Ciclo de conversas)
Casa de Chá do Jardim da Sereia | 29 de junho | Quarta | 19h

É a última sessão. Desde janeiro passaram por este ciclo de conversas Pedro Marques, Luísa Pinto, Miguel Castro Caldas, Pedro Mantovani, Carlos Costa, Manuel Rocha, Filipa Malva, Sérgio Dias Branco e Francisco Beja. Depois das três primeiras sessões do ciclo, em que discutimos o papel dos teatros municipais e das companhias independentes, dos dramaturgos e dos encenadores, dos festivais diários e das performances quotidianas, continuámos o nosso ciclo sobre o lugar do teatro num contexto de espectacularização do eu e das comunidades. Encerramos com uma discussão na qual participam artistas ligados à comunidade (caso de João Pedro Vaz nas Comédias do Minho, nos concelhos de Paredes de Coura, Valença, Monção, Melgaço e Vila Nova de Cerveira; e de Fernando Moreira, em Paredes) ou cuja dramaturgia retrata diretamente a realidade nacional (tanto Fernando Moreira como Sandra Pinheiro). O teatro deve tentar mudar alguma coisa? Como?

POR TRÁS DA TELA QUEM ESTÁ?

A cultura da televisão e da publicidade enfrentam atualmente a concorrência da cultura da internet, dos jogos online e do sexo virtual, escreveu Maria Rita Kehl (Prémio Jabuti 2010) num influente artigo de 2005, «Muito além do Espetáculo» (www.mariaritakehl.psc.br). Será que vivemos numa sociedade do espetáculo?

E onde fica o teatro no meio disto? O que está para além da espectacularização diária? Qual é o papel da arte no mundo contemporâneo?

João Pedro Vaz, ator, diretor do projeto Comédias do Minho, Fernando Moreira, ator, encenador e dramaturgo, e Sandra Pinheiro, dramaturga, concluem o ciclo Espetacular e Real, desta vez na Casa de Chá do Jardim da Sereia, numa conversa moderada por João Maria André.

JOÃO PEDRO VAZ nasceu no Porto em 1974. Iniciou-se no TEUC (Teatro de Estudantes da Universidade de Coimbra) a cuja direção pertenceu em 1995/6.; Foi cofundador e codiretor da ASSéDIO entre 1998 e 2001 e colaborou ainda com o TEP e o TNSJ, no Porto e, em Lisboa, com o T. Aberto, T. Meridional e T. da Cornucópia, o T. Maria Matos e o TNDMII entre outros. Ator desde 1994, encenador desde 2011, trabalhou com diversos encenadores e em múltiplos projetos. É diretor artístico das Comédias do Minho desde outubro de 2009.
Recebeu o Prémio Revelação Ribeiro da Fonte – Teatro 2000 (MC/IPAE), o The Best of Porto – Melhor Ator Teatro 2005 (Esc. de Comércio Externo) e foi nomeado para os Globos de Ouro SIC – Melhor Ator Teatro 2002. O seu espetáculo Ego teve duas nomeações no Prémio Autores 2010 (SPA/RTP). As Comédias do Minho receberam em 2010 o Prémio Norte Criativo (CCDR-N e JN).


FERNANDO MOREIRA (Porto 1968) é ator, encenador e dramaturgo.
Como ator trabalhou com diversas estruturas teatrais, nomeadamente com o Teatro Nacional São João/Teatro Carlos Alberto e o Teatro Experimental do Porto, com os encenadores Ricardo Pais, José Carretas, Giorgio Barberio Corsetti, Nuno Cardoso, Nuno Carinhas, Júlio Castronuovo, entre outros.
Encenou vários espetáculos no Teatro Experimental do Porto, Teatro Artimagem, Panmixia, TZero, entre outras. Enquanto dramaturgo escreveu mais de 10 obras em grande parte já representadas.

SANDRA PINHEIRO (Guimarães, 1977) é uma dramaturga portuguesa.
Autora das peças ”Emprateleirados” Prémio Miguel Rovisco 2003 (Teatro da Trindade/Inatel), “Homens de cá e de lá”, ”Os filhos de Teresa” distinguida com uma Menção Honrosa pelo júri do Prémio Nacional de Teatro Bernardo Santareno 2009, “Os trabalhadores invisíveis” e “Como ser feliz em apenas 5 dias”. Participou em workshops de escrita com José Sanchis Sinisterra, Linda Seger e com Andrea Thome e Michael Bradford da Lark Play Development Centre. Em julho de 2009 participou na residência de escrita dramática do Royal Court Theatre, em Londres, com uma bolsa da DGArtes e da Fundação Calouste Gulbenkian, onde trabalhou sobre o texto “Os trabalhadores invisíveis”, sobre a realidade das fábricas do Norte de Portugal.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Realejo

REALEJO (Música)
Ciclo REPICAR GIACOMETTI
Tabacaria | 28 de junho | Terça | 22h

Sanfonas, cavaquinhos e outros instrumentos acústicos, alguns dos quais criados por Fernando Meireles, fazem a sonoridade dos Realejo, algures entre a música de câmara e as músicas tradicionais portuguesa e europeia. O grupo é mais um dos companheiros da viagem na exploração da herança de Giacometti.

Até final de 2012, apresentaremos na OMT uma série de concertos a partir das recolhas e do espírito de andarilho de Giacometti. Desta vez recebemos o projeto musical Realejo. A singularidade do projeto e a seriedade do trabalho deste grupo garantiram-lhe um lugar no quadro da música portuguesa e uma presença assinalável além fronteiras.

Constituem os Realejo:
Amadeu Magalhães - gaita de foles, flautas, braguesa, concertina, bandolim, cavaquinho; Catarina Moura (voz); Fernando Meireles (sanfona, bandolim e cavaquinho); Jorge Queijo (percussão) e Miguel Veras (viola).

Entrada: € 5 (preço único)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Da Oficina para a Rua (e vice-versa)

Os atores de Coimbra 1111 já andam a ensaiar nas ruas onde vai ser feito o espetáculo. Alunos das classes d’O TEATRÃO e respetivos pais, membros dos grupos de teatro amador e o elenco fixo d’O TEATRÃO começaram esta semana a experimentar no espaço público as cenas que vinham sendo ensaiadas nas sedes de cada grupo e na OMT. Coimbra 1111 estreia no feriado e promete ser uma festa. Em paralelo ao espetáculo vão ser desenvolvidas três oficinas de expressão dramática, as Oficinas da Cidade.

Coimbra 1111 é um espetáculo de rua entendido como uma celebração da cidade, a propósito dos 900 anos do seu foral, apresentado num percurso pela zona medieval de Coimbra, com início no Museu da Água e término da praça da Sé Velha. Nas Oficinas da Cidade, os participantes criarão personagens e ficções a partir dos espaços do percurso do espetáculo, trabalhando aquela que pode ser hoje sua relação com a sua cidade. A entrada é livre, sujeita a inscrição.


COIMBRA 1111 (Teatro de Rua)
Direção de Isabel Craveiro
Percurso na zona histórica de Coimbra, com início no cais do Museu da Água | 23 e 24 de junho | 4 de julho | 27 de agosto | 10 de setembro | 19h30 | Entrada livre, sujeita a reserva


OFICINAS DA CIDADE (Formação)
Sé Velha | 25 de junho | 11h
Centro Cultural Dom Dinis | 28 de junho | 18h30
Mercado Quebra-Costas | 9 de julho | 11h | Entrada livre, sujeita a inscrição | Inscrições até 24 de junho

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Coimbra 1111

COIMBRA 1111 (teatro de rua)
Direção de Isabel Craveiro
Direção musical de Manuel Rocha

Centro histórico de Coimbra | 23 e 24 de junho | 4 de julho | 27 de agosto | 10 de setembro | 19h30 | Entrada Livre, sujeita a reserva

Com estreia a 23 de junho mas em cartaz durante todo o verão, Coimbra 1111 será um divertimento teatral muito sério. Sarracenos, mouras encantadas e espíritos de tempos passados juntam-se a atores, taberneiros e soldados numa aventura medieval pela Coimbra dos nossos dias. Ou será uma aventura moderna pela Coimbra medieval? Só vendo.

Tendo início do museu da água, Coimbra 1111 é um espetáculo de rua que desafia o espectador a fazer um percurso pela zona histórica de Coimbra, das margens do Mondego ao casco da Sé.

Coimbra 1111 será uma celebração que a comunidade fará sobre a sua cidade, destinada a todos, locais e forasteiros. Atores d’O Teatrão e de companhias amadoras, alunos das classes de teatro da companhia, músicos, repúblicos e habitantes do centro histórico pegarão em formas de teatro popular e ritual para partir à conquista de Coimbra.

Coimbra 1111 está a ser acompanhado pelo Jornal Universitário A Cabra, que tem redigido um Diário de Bordo para este projeto.


Ficha técnica e artística

Dramaturgia: Jorge Louraço Figueira
Encenação e Direção de Produção: Isabel Craveiro
Consultor Artístico: Deolindo Pessoa
Direção Musical: Manuel Rocha
Desenho de Luz: Francisco Beja
Desenho de Figurinos: Patrícia Mota
Contrução de adereços: Isabel Pereira e José Baltazar
Grafismo: Sofia Frazão
Costureiras: Albertina Fernandes, Fernanda Tomás, Glória Porto
Isabel Félix, Isabel Gaspar, Virgínia
Produção Executiva: Inês Mourão, João Santos, Luís Eiras, Margarida Sousa e Nuno Carvalho
Assistência de Produção: Carina Martins e Dora Ferreira
Direção Técnica: João Castro Gomes
Equipa Técnica: Alexandre Mestre, Jonathan Azevedo e Rui Capitão
Direção de Cena: Inês Maia

Elenco: atores d'O Teatrão, do Teatro Amador de São Silvestre, do Grupo de Teatro de Sobral de Ceira, d'O Celeiro – Grupo de Teatro, do Teatro Amador de Ribeira de Frades, Pais e Alunos das Classes de Teatro d'O Teatrão

Gaiteiro convidado: António Freire

Colaboração nas Transições dos Quadros: Arte à Parte (Adélia Pinto, Ana Mónica, Joana Santos, Maria Inês Pinela, Maria Félix), República dos Kágados, República Prá-Ki-Estão, Ateneu de Coimbra, Rouxinóis do Mondego e Rebimbo'malho

Apoios Coimbra 1111:
Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, Águas de Coimbra, Turismo de Coimbra, Departamento de Obras e Gestão de infraestruturas municipais, Divisão de Ação Cultural da CMC, Gabinete para o Centro Histórico, Polícia Municipal

Produção: O TEATRÃO 2011

Espetáculo Integrado nas Comemorações dos 900 anos do Foral de Coimbra

Maiores de 6 anos
Entrada Livre
Duração aproximada: 120 minutos

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Workshops Férias de Verão

Estão a chegar as férias de Verão e, como tal, O Teatrão desenvolverá workshops de Expressão Dramática destinados a crianças e jovens dos 6 aos 18 anos de idade. De 5 a 8 de julho, na Oficina Municipal do Teatro.

Inscrições abertas até 30 de Junho.

Preço: € 30

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Um modo de ser português

TOMAI LÁ DO O’NEILL (Teatro)
Curso de Teatro e Educação da ESEC
Sala Grande | 9 a 18 de Junho | 21h30 | Domingo | 17h

Portugal é uma repartição pública, um café e um poeta condenado a ser português, com a amargura, a revolta e o amor sem esperança que o ligam fatalmente a Portugal. Esta é a visão do Poeta de Um Adeus Português e de Há mar e mar, há ir e voltar, numa encenação de Filomena Oliveira, autora de Tomai lá do O’Neill, baseado na obra do poeta Alexandre O’Neill.

"Baseado na obra do importante poeta Alexandre O’Neill, o espectáculo Tomai lá do O’Neill revela-nos o seu olhar sobre um modo de ser português.
Uma repartição, um café e um poeta a escrever e a viver.
Um amor puro e intenso de tão distante. Uma mulher em Paris e um Adeus português.
Uma funcionária de repartição que só queria marcar o ponto a horas e mesmo isso era-lhe difícil. Amiga de café do poeta que a faz rir por andar de bicicleta. E, porque a vida é madrasta, acaba passarinheira, pois mais vale um pássaro amigo e cantor que uma vida de papéis, pontos e temor.
Uma porteira, uma chefe e uma directora, suas excelências a andar para cima e para baixo sem parar.
Uma ferro-velho aldrabona, uma empregada de café ouvinte, amável e servidora, uma espertalheta a insinuar-se, uma empregada a tremer, uns funcionários a destrabalhar e o público à espera, a refilar, à espera.
Uma mosca a massacrar.
Um relógio sempre a andar.
Um requerimento por carimbar,
num país de andorinhas a esvoaçar sobre as nossas cabecinhas.
O espectador acompanhará as acções numa dinâmica cénica fragmentária que assenta na harmonia entre os actores, o ambiente sonoro, a projecção e a luz."
Filomena Oliveira


Entrada: € 4
Informações e reservas: 239 714013 / 914 617 383 / geral@oteatrao.com


terça-feira, 31 de maio de 2011

Encruzilhadas

ENCRUZILHADAS (Música)
Tabacaria | 4 de junho | sábado | 21h30
1ª parte: Amazing Flying Pony


Dar voz à nova geração de música coimbrã e divulgar as bandas de rock'n'roll alternativo da cidade são os grandes objectivos desta noite de concertos idealizada por quatro estudantes do 12º ano da Escola Secundária Infanta D. Maria.

Entrada: 5 euros

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Sean Riley & The Slowriders

SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS (Música)
Sala Grande | 2 de Junho | Quinta | 21h30
DJ set Rockbelho | 00h

Sean Riley & The Slowriders estão de regresso! Aos discos – It’s Been A Long Night – e aos grandes palcos com concertos especiais de apresentação das novas canções. It’s Been A Long Night é o terceiro trabalho de originais do grupo. Depois da estreia auspiciosa com Farewell (2007) e da confirmação com Only Time Will Tell (2009), eis que Sean Riley e companheiros nos presenteiam com 11 novas canções. A seguir ao concerto, um DJ set como deve ser.
2 de junho, 21h30, Oficina Municipal do Teatro.

Bilhetes à venda na FNAC: 12,99 euros (pack CD + voucher*)

*o portador do voucher deverá dirigir-se à bilheteira da OMT para o trocar, juntamente com o talão de compra, pelo bilhete de acesso à Sala Grande da OMT

terça-feira, 24 de maio de 2011

Festival PANOS

FESTIVAL PANOS (Teatro)
Sala Grande | 27 a 29 de maio

O Festival PANOS deste ano em Coimbra acolhe espetáculos de Tondela e de Leiria e mostra de novo o espetáculo das nossas classes. No sábado, os três grupos de jovens participarão num workshop conjunto.

FILHOS DE ASSASSINOS
de Katori Hall | Na Xina Lua (Tondela) | Sexta | 21h30

DENTRO DE MIM, FORA DAQUI
de Filipe Homem Fonseca | Teatro de Animação de Santa Eufémia (Leiria) | Sábado | 14h30

DESLIGAR E VOLTAR A LIGAR
de Margarida Vale de Gato e Rui Costa | Classes d’O TEATRÃO | Sábado | 22h00 | Domingo | 21h30

O PANOS é um projeto da Culturgest que reúne a nova dramaturgia e o teatro escolar e/ou juvenil. Grupos de todo o país encenam uma de três peças (dois originais portugueses e um texto traduzido do Connections 2010, programa do National Theatre de Londres que inspirou o projeto). Estas encenações são depois mostradas no festival de encerramento, em Lisboa, e em festivais regionais, um dos quais em Coimbra.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Mais Luz!

ESPETACULAR E REAL: AS ARTES ENTRE A ESPADA E A PAREDE (Conversa)
Casa das Caldeiras | 25 de maio | Quarta | 19h

A cultura da televisão e da publicidade enfrentam atualmente a concorrência da cultura da internet, dos jogos online e do sexo virtual, escreveu Maria Rita Kehl (Prémio Jabuti 2010) num influente artigo de 2005, Muito além do Espetáculo. Será que vivemos numa sociedade do espetáculo?

E onde fica o teatro no meio disto? O que está para além da espectacularização diária? Qual é o papel da arte no mundo contemporâneo?

Depois das quatro primeiras sessões, em que discutimos o papel dos teatros municipais e das companhias independentes, dos dramaturgos e dos encenadores, dos festivais diários e das performances quotidianas, continuamos o nosso ciclo sobre o lugar do teatro num contexto de espetacularização do eu e das comunidades. Estarão presentes na Casa das Caldeiras Francisco Beja e Sérgio Dias Branco, estando a moderação da conversa a cargo de Fernando Matos de Oliveira.

Francisco Beja é Diretor da ESMAE e membro da direção da ELIA. Faz desenho de luz para teatro, dança e música em vários espaços e teatros, e foi consultor técnico do Teatro Helena Sá e Costa e do Teatro Rivoli, entre outros. Tem o MA in Theatre Studies da Leeds University.

Sérgio Dias Branco é membro integrado do Instituto de Filosofia da Linguagem da Universidade Nova de Lisboa, onde é investigador em cinema e filosofia. É também membro convidado do grupo de análise fílmica da Universidade de Oxford, “The Magnifying Class”. Ensina cinema na Universidade Nova de Lisboa e na Universidade de Coimbra e ensinou cinema e televisão na Universidade de Kent, em Inglaterra, onde lhe foi atribuído o grau de doutor em Estudos Fílmicos.

Fernando Matos de Oliveira é professor auxiliar da Faculdade de Letras de Coimbra e autor de «O Destino da Mimese e a Voz do Palco: O Teatro Português Moderno» (1997) e «Teatralidades. 12 Percursos pelo Território do Espetáculo» (2003). Organizou os «Escritos sobre Teatro» (2001) de António Pedro, fundador do Teatro Experimental do Porto, e «Melodrama I» (com José Oliveira Barata e Maria Helena Santana, 2005), o primeiro volume de uma série de estudos sobre a cultura melodramática na época moderna e contemporânea, projeto a decorrer no âmbito do Centro de Literatura Portuguesa da FLUC.


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Do desconcerto do mundo

OS LUSÍADAS (POESIA)
ditos por António Fonseca
Tabacaria | 31 de maio | Terça | 22h

António Fonseca começou a dizer Os Lusíadas em 2008, a estreia de cada canto sendo sempre na Tabacaria da OMT. Chegam-nos agora os cantos VI e VII: "A Armada deixa Melinde e chega à Índia depois de Vénus anular as decisões do Concílio dos Deuses marítimos e amainar a tempestade que interrompe as aventuras dos Magriços, tal como em 1966 o jogo com a Inglaterra em Wembley (nem de propósito!). Não é meigo, Camões, para os que se deixam enredar nas fofuras consumistas e não só (estrofes 95-99 - Canto VI). Índia! Grande sonho! Para tanta gente ainda hoje! Encontram Monçaide, pobre diabo - ou espião? Grande amigo em qualquer caso. A política europeia, de bradar aos céus, já no século XVI, o Catual, o Samorim e o desconcerto que o dinheiro deixa já adivinhar. Camões está muito cansado! Não sei se vai conseguir acabar o Poema. Eu também não sei se consigo acabar isto no próximo ano. Estou muito chocado com o senhor do FMI."

Entrada: € 5


domingo, 15 de maio de 2011

Leituras Atravessadas

No próximo dia 17 de Maio, pelas 22h, O Teatrão promove, no ambiente descontraído da Tabacaria da OMT, o primeiro encontro do ciclo Leituras Atravessadas.

O primeiro texto a dar o mote para a discussão do mundo em que vivemos será O Valentão do Mundo Ocidental, de John Millington Synge. Esta comédia de três actos trata a história de um rapaz, Christy Mahon, que é acolhido como herói pela população de uma vila da costa oeste da Irlanda ao alegar ter morto o próprio pai. A entrada é livre.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Sair para a rua

FÓRUM TEATRÃO (COMUNIDADE)
Tabacaria | 12 de maio | Quinta | 21h | Entrada Livre

As edições anteriores do Fórum estiveram muito ligadas à discussão acerca do espaço da OMT e à elaboração do programa de atividades para os próximos anos. Conseguimos em ambas as edições as juntar pessoas muito diferentes, desde pais de alunos das nossas Classes de Teatro a investigadores do CES, desde representantes do poder autárquico a professores e estudantes da Universidade de Coimbra e artistas de outras estruturas.

O Fórum é um instrumento fundamental na nossa relação com as pessoas. A urgência sentida na realização do próximo acompanha a urgência em discutir a participação dos indivíduos nos destinos das comunidades. Esta discussão emana do programa traçado pel'O Teatrão para os próximos anos, consequência da reflexão imposta fundamentalmente pelos projetos Dom Quixote (de Coimbra) e República(s). A base do programa d’O Teatrão para os próximos anos é trabalhar versões fictícias da História, num movimento que nos leve sempre a pôr em causa o momento atual. E o momento atual justifica uma aproximação efetiva das pessoas.

Esta discussão não é apenas local, obviamente. Mas localmente é nosso dever, como agentes culturais, provocar a discussão. Por aqui se justifica o facto de estarmos atualmente a preparar um espetáculo de rua, com a comunidade, que acontecerá na zona histórica, juntando atores, amadores, vizinhos, pais de alunos, repúblicos... Um espetáculo comemorativo do aniversário do Foral de Coimbra, que acabará também numa espécie de Fórum, onde cada um reconquistará para si, 900 anos depois, os direitos e os deveres de cidadão de Coimbra.



segunda-feira, 2 de maio de 2011

Oficinas Russas

A Biblioteca Russa, a mais recente criação d'O Teatrão para crianças com mais de quatro anos, passa-se no tempo em que os animais falavam. Ratov, Ratelo e Ratchenko vivem aventuras à volta do precioso documento com 900 anos humanos e 3854 anos de rato – o Foral de Coimbra de 1111.

O espetáculo estará em cena até 21 de Maio e, a partir dele, O Teatrão criou as Oficinas Russas, para que meninos e meninas a partir dos 4 anos possam inventar histórias, corpos e desenhos que habitem na cidade onde gostariam de viver. As Oficinas decorrerão nos dias 7 (expressão dramática), 14 (expressão corporal) e 21 (expressão plástica) de maio, sempre às 15h e custam apenas 3 euros por criança.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Reiniciar o sistema…

DESLIGAR E VOLTAR A LIGAR (TEATRO)
de Margarida Vale de Gato e Rui Costa
Classes de Teatro d’O TEATRÃO | PANOS 2011 (Culturgest)
Tabacaria da OMT | 3 a 7 de maio | 28 de maio | 22h

Há quem faça uma cena, quem seja fiteiro, quem se arme em vítima, quem pense que é o super-homem e até quem peça para sair deste filme. Quando a ficção se torna mais real que o real, o melhor parece ser reiniciar o sistema. O novo texto do PANOS baralha e torna a dar as personagens das ficções contemporâneas para nos mostrar a nossa imagem vista ao espelho distorcido do imaginário.

Margarida Vale de Gato é autora do livro de poesia Mulher ao Mar e do livro-catálogo Edgar Allan Poe em Portugal.

Rui Costa publicou o livro de poesia A Nuvem Prateada das Pessoas Graves e o romance A Resistência dos Materiais.

PANOS é um projeto da Culturgest que reúne a nova dramaturgia e o teatro escolar e/ou juvenil.

Entrada: € 4 (preço único)

sábado, 23 de abril de 2011

Qual é o papel da arte no mundo contemporâneo?

José Rui Martins, da direcção da companhia Trigo Limpo Teatro ACERT, e Filipa Malva, arquitecta e cenógrafa, estarão presentes na quarta conversa do ciclo "Espectacular e Real". Desta vez, o encontro é no Café Santa Cruz, numa conversa moderada por João Maria André. Dia 27 de Abril, às 19h.

As sessões seguintes terão lugar na Casa das Caldeiras e na Casa de Chá do Jardim da Sereia.


segunda-feira, 18 de abril de 2011

Programação OMT Maio - Julho 2011

Viver numa cidade tem disto. Há frenesim, agitação, inconformismo, e depois ausência, abstenção, amargura. Há uns 900 anos, a coisa resolveu-se com um documento que garantia deveres e liberdades a todos: o Foral de Coimbra de 1111. As práticas de cidadania de Portugal Medieval servem de tema para duas das nossas estreias: A Biblioteca Russa, um espectáculo para crianças, passado no tempo em que os animais falavam; e Coimbra 1111, um espectáculo de rua com actores d’O Teatrão, mas também de grupos de teatro da cidade e das Classes de Teatro. Não fazemos reconstituições históricas, atenção! O ofício d’O Teatrão é contar histórias fictícias que contrastem com a versão oficial da História. Em Novembro será a vez de uma farsa sobre o regresso de Dom Afonso Henriques à então capital do reino.

Para compensar esta obsessão com Coimbra, O Teatrão traz à cidade os norte-americanos The TEAM, premiados o ano passado no Festival de Edimburgo, e que se apresentarão com o espectáculo Desvio de Missão (Mission Drift), primeiro na Culturgest, integrado no Festival de Almada, e depois aqui na OMT. O grupo fará igualmente um workshop para profissionais e estudantes de teatro.

De resto, a poesia tem um lugar especial na programação deste trimestre, com a estreia dos cantos VI e VII d’Os Lusíadas, ditos por António Fonseca, e do espectáculo dos finalistas da ESEC, Tomai Lá do O’Neill, a partir da obra de Alexandre O’Neill. Sean Riley apresenta o disco novo e há uma mostra de projectos musicais alternativos de Coimbra. Há espectáculos de fora e um punhado de estreias, escolhidos a dedo e para todos os gostos. Venha ver.

terça-feira, 29 de março de 2011

A verdadeira história de quem roeu a rolha

No tempo em que os animais falavam, o Rato era o melhor amigo do Homem. A invenção da roda, o primeiro barco, a imprensa – até o caminho marítimo para a Índia, descoberto por Rato da Gama!... – todas essas coisas se deveram à colaboração de homens e ratos brilhantes. Porém, no séc. XVIII, uma acusação injusta fez com que todas as provas desse importante papel fossem apagados da história. Um rato que tentava salvar a vida do rei da Rússia foi falsamente incriminado e condenado por ter roído a rolha da garrafa de rum do monarca. Os ratos foram banidos implacavelmente.

É desde então que a irmandade dos Ratos de Biblioteca se dedica à procura de documentos históricos que possam comprovar a importância dos ratos e restituir-lhes o lugar que merecem. A nossa história começa quando um rato de biblioteca português é chamado por um antigo aluno a uma biblioteca de São Petersburgo, para verificar a autenticidade de um documento raríssimo oferecido por Dom José I, da casa de Ratança, à imperatriz russa Catarina II, a Grande, da dinastia Ratanov. Trata-se de uma cópia do Foral de Coimbra de 1111, que, entre outras coisas, regula a distribuição de queijo e requeijão entre homens e ratos. É a grande oportunidade de repor a verdade histórica. Mas para isso é preciso revelar o foral ao mundo!...

Este é o ponto de partida para a nova produção d'O Teatrão, a 51ª da Companhia, especialmente criada para crianças com mais de quatro anos. Através da aventura de três ratos em torno de um precioso documento – uma verdadeira carta constitucional – queremos levar os meninos e meninas a descobrirem outras e novas versões da história da cidade.


A BIBLIOTECA RUSSA

Sala Grande da OMT | 14 de Abril a 21 de Maio | Segunda a Sexta | 10h30 e 14h30 | Sábado | 17h00

Bilhetes: € 10 (normal e pais e filhos), € 5 (estudante e M65) e € 4 (grupos 10+ pessoas).

Fotografia de ensaio ©Paulo Abrantes


Ficha Técnica e artística

Encenação e dramaturgia: Jorge Louraço Figueira
Assistência de encenação e direcção de produção: Inês Mourão
Elenco: Luís Eiras, Nuno Carvalho e Pedro Lamas
Ambiente Sonoro: Rui Capitão
Desenho de Luz: Alexandre Mestre
Cenografia: Patrícia Mota
Figurinos: Cátia Barros
Fotografia: Paulo Abrantes
Grafismo: Sofia Frazão
Cenário e Adereços: José Baltazar, Luís Veloso e Patrícia Mota
Costureira: Fernanda Tomás
Cabeleireiro: Carlos Gago
Produção Executiva: Nuno Carvalho
Contacto com escolas:Margarida Sousa
Direcção Técnica: João Castro Gomes
Equipa Técnica: Alexandre Mestre, Jonathan Azevedo e Rui Capitão