segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A Birra do Morto

Grupo de Teatro do C.C.D.S. de S. Frutuoso | Coimbra
Sala Grande | 14 de fevereiro | 21h30 | Entrada: €4

SINOPSE 
“Farsa Trágica” num ato, com grande potencial cómico, e cuja personagem principal é um morto que se recusa a ser enterrado, desprezando todos os argumentos que as personagens lhe apresentam. Subjugado pelos agentes da Guarda Nacional Republicana, é forçado a deitar-se no caixão. Sendo-lhe concedido despedir-se da viúva, tenta convencê-la a acompanhá-lo.

Espetáculo para maiores de 6 anos 
Duração: 50m



GRUPO DE TEATRO DO C.C.D.S. DE S. FRUTUOSO
Grupo integrado na Secção Cultural do Centro Cultural Desportivo e Social de S. Frutuoso. A sua criação, em 24 de outubro de 1992, deve-se à iniciativa da Junta de Freguesia de Ceira, no âmbito de um plano de desenvolvimento de um projeto cultural a implementar na respetiva comunidade. Participa regularmente nas diversas Feiras Medievais que se realizam por todo o País.
Para poder dar continuidade ao projeto, o Grupo de Teatro fundou em 1994 o grupo Juvenil, que é hoje o seu principal suporte.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Estranhos e Maravilhosos

O Celeiro | Pereira (Montemor-o-Velho)
Sala Grande | 9 de fevereiro | 21h30 | Entrada: €4

SINOPSE
ESTRANHOS E MARAVILHOSOS é o resultado do trabalho deste Grupo que pretende relatar alguns problemas e vivências pela qual todos passamos na adolescência. Desde a ingenuidade do primeiro beijo, passando pelas decisões e dúvidas, sem nunca esquecer a liberdade ou a falta dela. Onde os adultos podem relembrar a idade ingénua da sua adolescência, e os jovens verem e ouvirem os seus problemas expostos.
Espetáculo para maiores de 6 anos.
Duração do espetáculo: 50m



O CELEIRO
Associação sem fins lucrativos criada a partir da Associação Desportiva Cultural e Recreativa de Pereira e com sede nos Celeiros dos Duques de Aveiro, na Vila de Pereira (Montemor-o-Velho). Assumindo como missão promover o Teatro e Cultura naquela Vila, O Celeiro surge para proporcionar à comunidade um espaço de diálogo artístico, formação e debate, oferecendo uma programação cultural que conquiste novos públicos de teatro, tendo sempre como objetivo a manutenção das raízes populares e tradicionais, que trazem o enriquecimento aos habitantes e a promoção da Vila de Pereira.
Vencedor do 1º Prémio no Concurso Nacional de Teatro Amador do INATEL de 2009.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Sangue Jovem

Pateo das Galinhas | Figueira da Foz
Sala Grande | 8 de fevereiro | 21h30 | Entrada: €4 

SINOPSE
“Mulheres com mais de 60 anos são invisíveis (os homens também – mas eles não dão por isso). Tornam-se invisíveis não só na vida mas no teatro também.” – Peter Asmussen.
Três mulheres, três amigas… amigas de infância, sentem-se sós, a envelhecer, doentes. É inevitável. Não se consegue envelhecer sem pensar na solidão. Elas, as mulheres invisíveis, reúnem-se todos os anos, como se de um ritual se tratasse. Um confronto cruel, pela sua repetição, pela exposição de feridas e angústias antigas. É Sigrid quem decide tomar coragem e transformar mais um desses encontros em algo mais …. revelador. Uma noite que vai oscilando entre meias verdades, mentiras, faltas de memória ou, simplesmente, segredos desvendados.

Espetáculo para maiores de 12 anos
Duração: 90m



PATEO DAS GALINHAS TEATRO DE BICO – Grupo Experimental de Teatro
Fundado a 19 de setembro de 2008, constituiu-se formalmente como associação cultural sem fins lucrativos a 15 de junho de 2010. Entre outras atividades, apresentou, desde a sua formação, as seguintes produções teatrais: 2009 | 667, O Vizinho da Besta | texto Visões Úteis | encenação Laura Oliveira | 2010 – As Vedetas | texto Lucien Lambert | encenação Laura Oliveira | 2011 – Creeps | texto Lutz Hubner | encenação Vitor Marques. Produziu ainda espetáculos de poesia e teatro de rua.
É sócio fundador nº 31 da Federação Portuguesa de Teatro.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A Nossa Floresta

CITEC | Montemor-o-Velho
Sala Grande | 7 de fevereiro | 21h30 | Entrada: €4

SINOPSE 
Uma história que como um sonho segue a sua própria lógica. Três atores, manipuladores de marionetas, abordam de maneira absurda e poética a temática do tempo: numa floresta uma criança conduz os sonhos e os medos. Três homens à procura "de um encontro de vida e de morte" e uma adivinha por resolver.
Este espetáculo propõe várias leituras e interpretações possíveis. Partindo dos nossos medos de adultos e de crianças que fomos, e dos nossos sonhos de ontem e hoje, abordamos a noção de passagem, de impermanência que a vida tem, tanto na natureza como no humano. E falamos também dessa grande viagem eterna, pela qual todos passaremos. Abrir com humor e poesia, de uma forma doce, a interrogação sobre o que é o tempo. 
Patrick Murys

©Nuno Patinho


Espetáculo para maiores de 8 anos
Duração: 50m

CITEC – Centro de Iniciação Teatral Esther de Carvalho
Fundado a 25 de julho de 1970, o CITEC sucedeu ao Montepio Recreio e Instrução, que ocupava as instalações do Teatro Esther de Carvalho, em Montemor-o-Velho. Tem mantido, desde a sua criação, uma atividade regular onde, a par de criações teatrais próprias, dinamiza um Centro de Residências Artísticas e a programação do Teatro Esther de Carvalho. Em agosto de 1974, começou a organizar uma Semana de Teatro no Castelo, que após diferentes designações e figurinos, se passou a intitular, desde 1981, por CITEMOR, um festival de referência nacional e internacional que se tem extendido para fora das muralhas do Castelo.
A FLORESTA é a sua 48ª produção.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Vozes coletivas, vozes de futuro

Seis dias de intensa atividade, intermediados pelo Entrudo, e em que a OMT se mascara de um caldeirão onde entram espetáculos de companhias profissionais e amadoras, fóruns e partilha de experiências, numa reflexão conjunta sobre a potencialidade do Teatro como factor de desenvolvimento das comunidades locais.


LABORATÓRIO TEATRO E COMUNIDADE (COMUNIDADE)
Oficina Municipal de Teatro | 7 a 16 de fevereiro de 2013 

A primeira edição do LABORATÓRIO TEATRO E COMUNIDADE propõe um programa de apresentação de espetáculos de companhias amadoras e profissionais de Coimbra, Montemor-o-Velho, Figueira da Foz e Leiria, mas também de projetos de reconhecido sucesso, como a Queima do Judas da ACERT e as COMÉDIAS DO MINHO. Haverá, ainda, tempo para que todos se possam juntar e conversar sobre os problemas concretos com que se deparam, hoje em dia, estas companhias e sobre novas formas de criação de dinâmicas regionais positivas e que permaneçam no futuro.