terça-feira, 21 de junho de 2011

Realejo

REALEJO (Música)
Ciclo REPICAR GIACOMETTI
Tabacaria | 28 de junho | Terça | 22h

Sanfonas, cavaquinhos e outros instrumentos acústicos, alguns dos quais criados por Fernando Meireles, fazem a sonoridade dos Realejo, algures entre a música de câmara e as músicas tradicionais portuguesa e europeia. O grupo é mais um dos companheiros da viagem na exploração da herança de Giacometti.

Até final de 2012, apresentaremos na OMT uma série de concertos a partir das recolhas e do espírito de andarilho de Giacometti. Desta vez recebemos o projeto musical Realejo. A singularidade do projeto e a seriedade do trabalho deste grupo garantiram-lhe um lugar no quadro da música portuguesa e uma presença assinalável além fronteiras.

Constituem os Realejo:
Amadeu Magalhães - gaita de foles, flautas, braguesa, concertina, bandolim, cavaquinho; Catarina Moura (voz); Fernando Meireles (sanfona, bandolim e cavaquinho); Jorge Queijo (percussão) e Miguel Veras (viola).

Entrada: € 5 (preço único)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Da Oficina para a Rua (e vice-versa)

Os atores de Coimbra 1111 já andam a ensaiar nas ruas onde vai ser feito o espetáculo. Alunos das classes d’O TEATRÃO e respetivos pais, membros dos grupos de teatro amador e o elenco fixo d’O TEATRÃO começaram esta semana a experimentar no espaço público as cenas que vinham sendo ensaiadas nas sedes de cada grupo e na OMT. Coimbra 1111 estreia no feriado e promete ser uma festa. Em paralelo ao espetáculo vão ser desenvolvidas três oficinas de expressão dramática, as Oficinas da Cidade.

Coimbra 1111 é um espetáculo de rua entendido como uma celebração da cidade, a propósito dos 900 anos do seu foral, apresentado num percurso pela zona medieval de Coimbra, com início no Museu da Água e término da praça da Sé Velha. Nas Oficinas da Cidade, os participantes criarão personagens e ficções a partir dos espaços do percurso do espetáculo, trabalhando aquela que pode ser hoje sua relação com a sua cidade. A entrada é livre, sujeita a inscrição.


COIMBRA 1111 (Teatro de Rua)
Direção de Isabel Craveiro
Percurso na zona histórica de Coimbra, com início no cais do Museu da Água | 23 e 24 de junho | 4 de julho | 27 de agosto | 10 de setembro | 19h30 | Entrada livre, sujeita a reserva


OFICINAS DA CIDADE (Formação)
Sé Velha | 25 de junho | 11h
Centro Cultural Dom Dinis | 28 de junho | 18h30
Mercado Quebra-Costas | 9 de julho | 11h | Entrada livre, sujeita a inscrição | Inscrições até 24 de junho

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Coimbra 1111

COIMBRA 1111 (teatro de rua)
Direção de Isabel Craveiro
Direção musical de Manuel Rocha

Centro histórico de Coimbra | 23 e 24 de junho | 4 de julho | 27 de agosto | 10 de setembro | 19h30 | Entrada Livre, sujeita a reserva

Com estreia a 23 de junho mas em cartaz durante todo o verão, Coimbra 1111 será um divertimento teatral muito sério. Sarracenos, mouras encantadas e espíritos de tempos passados juntam-se a atores, taberneiros e soldados numa aventura medieval pela Coimbra dos nossos dias. Ou será uma aventura moderna pela Coimbra medieval? Só vendo.

Tendo início do museu da água, Coimbra 1111 é um espetáculo de rua que desafia o espectador a fazer um percurso pela zona histórica de Coimbra, das margens do Mondego ao casco da Sé.

Coimbra 1111 será uma celebração que a comunidade fará sobre a sua cidade, destinada a todos, locais e forasteiros. Atores d’O Teatrão e de companhias amadoras, alunos das classes de teatro da companhia, músicos, repúblicos e habitantes do centro histórico pegarão em formas de teatro popular e ritual para partir à conquista de Coimbra.

Coimbra 1111 está a ser acompanhado pelo Jornal Universitário A Cabra, que tem redigido um Diário de Bordo para este projeto.


Ficha técnica e artística

Dramaturgia: Jorge Louraço Figueira
Encenação e Direção de Produção: Isabel Craveiro
Consultor Artístico: Deolindo Pessoa
Direção Musical: Manuel Rocha
Desenho de Luz: Francisco Beja
Desenho de Figurinos: Patrícia Mota
Contrução de adereços: Isabel Pereira e José Baltazar
Grafismo: Sofia Frazão
Costureiras: Albertina Fernandes, Fernanda Tomás, Glória Porto
Isabel Félix, Isabel Gaspar, Virgínia
Produção Executiva: Inês Mourão, João Santos, Luís Eiras, Margarida Sousa e Nuno Carvalho
Assistência de Produção: Carina Martins e Dora Ferreira
Direção Técnica: João Castro Gomes
Equipa Técnica: Alexandre Mestre, Jonathan Azevedo e Rui Capitão
Direção de Cena: Inês Maia

Elenco: atores d'O Teatrão, do Teatro Amador de São Silvestre, do Grupo de Teatro de Sobral de Ceira, d'O Celeiro – Grupo de Teatro, do Teatro Amador de Ribeira de Frades, Pais e Alunos das Classes de Teatro d'O Teatrão

Gaiteiro convidado: António Freire

Colaboração nas Transições dos Quadros: Arte à Parte (Adélia Pinto, Ana Mónica, Joana Santos, Maria Inês Pinela, Maria Félix), República dos Kágados, República Prá-Ki-Estão, Ateneu de Coimbra, Rouxinóis do Mondego e Rebimbo'malho

Apoios Coimbra 1111:
Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, Águas de Coimbra, Turismo de Coimbra, Departamento de Obras e Gestão de infraestruturas municipais, Divisão de Ação Cultural da CMC, Gabinete para o Centro Histórico, Polícia Municipal

Produção: O TEATRÃO 2011

Espetáculo Integrado nas Comemorações dos 900 anos do Foral de Coimbra

Maiores de 6 anos
Entrada Livre
Duração aproximada: 120 minutos

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Workshops Férias de Verão

Estão a chegar as férias de Verão e, como tal, O Teatrão desenvolverá workshops de Expressão Dramática destinados a crianças e jovens dos 6 aos 18 anos de idade. De 5 a 8 de julho, na Oficina Municipal do Teatro.

Inscrições abertas até 30 de Junho.

Preço: € 30

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Um modo de ser português

TOMAI LÁ DO O’NEILL (Teatro)
Curso de Teatro e Educação da ESEC
Sala Grande | 9 a 18 de Junho | 21h30 | Domingo | 17h

Portugal é uma repartição pública, um café e um poeta condenado a ser português, com a amargura, a revolta e o amor sem esperança que o ligam fatalmente a Portugal. Esta é a visão do Poeta de Um Adeus Português e de Há mar e mar, há ir e voltar, numa encenação de Filomena Oliveira, autora de Tomai lá do O’Neill, baseado na obra do poeta Alexandre O’Neill.

"Baseado na obra do importante poeta Alexandre O’Neill, o espectáculo Tomai lá do O’Neill revela-nos o seu olhar sobre um modo de ser português.
Uma repartição, um café e um poeta a escrever e a viver.
Um amor puro e intenso de tão distante. Uma mulher em Paris e um Adeus português.
Uma funcionária de repartição que só queria marcar o ponto a horas e mesmo isso era-lhe difícil. Amiga de café do poeta que a faz rir por andar de bicicleta. E, porque a vida é madrasta, acaba passarinheira, pois mais vale um pássaro amigo e cantor que uma vida de papéis, pontos e temor.
Uma porteira, uma chefe e uma directora, suas excelências a andar para cima e para baixo sem parar.
Uma ferro-velho aldrabona, uma empregada de café ouvinte, amável e servidora, uma espertalheta a insinuar-se, uma empregada a tremer, uns funcionários a destrabalhar e o público à espera, a refilar, à espera.
Uma mosca a massacrar.
Um relógio sempre a andar.
Um requerimento por carimbar,
num país de andorinhas a esvoaçar sobre as nossas cabecinhas.
O espectador acompanhará as acções numa dinâmica cénica fragmentária que assenta na harmonia entre os actores, o ambiente sonoro, a projecção e a luz."
Filomena Oliveira


Entrada: € 4
Informações e reservas: 239 714013 / 914 617 383 / geral@oteatrao.com